Grécia, Albânia e Macedónia 2012 travel blog

Thelassonika

Ruínas em Thelassonika

Igreja S. Dimitrius em Thelassonika

Thelassonika

Thelassonika

Igreja S. Dimitrius

Igreja S.Dimitrius

Manifestação

Noticia em todas as Tvs:a Merkel está cá


Estamos quase a acabar o nosso pequeno-almoço no hotel de Bitola, quando surpresa das surpresas, ou talvez não, aparece o Paule, o motorista de taxi. Como se o tivessemos chamado, apareceu e volta a insistir nos seus serviços para nos levar à Grecia. Não estamos com muita vontade de aceitar, mas depois começamos a pensar na tarefa ardua de caminhar com as mochilas até ao centro e negociar com os outros motoristas e então acabamos por aceitar mas pedimos-lhe que conduza com mais cuidado.

Atravessamos uma bela paisagem, com a cadeia de montanhas Pelister a envolver-nos.

Chegamos a fronteira da Macedonia e tudo se passa com tranquilidade. O pior vem quando chegamos à fronteira grega. O Paule leva os nossos passaportes e uma pasta com os tais documentos oficiais que lhe permitem passar esta fronteira e dirige-se ao funcionário atrás do guichet. A coisa demora alguns minutos com uma troca de palavras entre eles, até que o nosso motorista chega ao carro a suspirar de alivio. Mal arranca, exclama: "Benvindos à miserável Grécia!"

Ele declara que tem os documentos em dia, mas que mesmo assim, é quase impossivel atravessar esta fronteira sem pagar uns euros. Ele queixa-se da alta corrupção que aqui se passa. Já foi camionesta na Europa Ocidental e que nunca viu nada disto. So em paises como a Albania ou Grecia se dão estes casos de subornos. Os camionistas não passam se não pagarem.

"Pois ele queria dinheiro para o café e eu fico assim..." e meteu o dedo na boca.

Em Florina, apanhamos um autocarro que está mesmo a saír e que vai para Thelassonika. Até queriamos ir para Atenas, mas o proximo autocarro so sai as 8 da noite, assim sendo e como sao 10.30 da manhã ainda, sigamos para Thelassonika.

É a 2 maior cidade grega, com mais de 3 milhoes de habitantes.

Uma cidade portuária, mas com imensa vida e animação nocturna, a ver pelas dezenas e dezenas de restaurantes, cafés e bares, cada um com melhor aspecto do que o outro. Os predios são todos harmoniosos, têm 4, 5,6 e 7 pisos mas todos com arquitectura cuidada e varandas apraziveis.

Passamos aui um dia. Temos os bilhetres de camioneta para Atenas comprados para as 11 e qualquer coisa da noite e deixámos as mochilas no escritorio na propria estação de camionetas, na condição de as irmos buscar as dez da noite.

Almoçamos no bairro muçulmano com mercados ao lado de tasquinhas com esplanadas sobre a rua.

Visitamos a Igreja de S. Dimitrius, uma réplica da Aya Sofia em Istanbul, mas menos imponente, mas ainda assim muito bonita com um pulpito em madeira todo trabalhado.

Junto ao mar, no largo passeio pedonal, destaca-se a torre branca do sec XV, ond eum prisioneiro lavou toda a torre em troca da sua liberdade.

Junto à torre, estende-se um enorme parque abrborizado onde se situa tambem a uNiversidade e onde as ruas comecam a ser cortadas pelos policiais. Uma manifestação está no inicio, com algumas dezenas de pessoas com bandeiras e cartazes com recados à Sra Merkel, que ao que parece chegou hoje de visita ao País.

Passamos depois por mais uma zona de cafés e bares, e esta frequentada por gente mais alternativa: punks, metálicos, hippies...confraternizam nas esplanadas ou nos jardins, de cervejas na mão.

Quando chegamos a uma das praças centrais, uma praça enorme, já a manifestação está a ganhar grande sproporções. Para alem dos manifestantes, a praça está tambem ocupada por uma feira de agricultores locias que nas tendas brancas vendem os seus produtos: queijo, mel, biscoitos, vinho,etc



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